(E-Book) Adultério na Igreja: Uma Abordagem Preventiva de Ray Stephens.

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E-Book Adultério na Igreja: Uma Abordagem Preventiva de Ray Stephens.

 

“Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado.

Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb 4.15-16).

Esse é o último recurso na hora da tentação, Nosso Senhor Jesus Cristo experimentou a realidade da tentação.

Ele sabe como a solidão pode ser assustadora. Ele conhece a insistência e o apelo dos nossos apetites físicos.

Ele sabe como uma outra pessoa pode parecer irresistivelmente atraente aos nossos olhos e sentidos.

Ele não é conivente com os nossos pecados, mas Ele se identifica com as nossas tentações e nos concede a Sua graça – precisamente a graça que necessitamos e exatamente na hora em que precisamos.

“Filho meu, guarda o mandamento de teu pai e não deixes a instrução de tua mãe; ata-os perpetuamente ao teu coração, pendura-os ao pescoço.

Quando caminhares, isso te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo.

Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida; para te guardarem da vil mulher e das lisonjas da mulher alheia.

Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te deixes prender com as suas olhadelas.

Por uma prostituta o máximo que se paga é um pedaço de pão, mas a adúltera anda à caça de vida preciosa.

Tomará alguém fogo no seio, sem que as suas vestes se incendeiem? Ou andará alguém sobre brasas, sem que se queimem os seus pés?

Assim será com o que se chegar à mulher do seu próximo; não ficará sem castigo todo aquele que a tocar.” Provérbios 6.20-29

“Reconhecemos que a pregação das Escrituras têm um propósito corretivo: ela é direcionada contra os pecados que já se manifestam em nossas vidas.

Ela faz com que esses pecados sejam expostos e condenados e que sejamos corrigidos. Mas a pregação também deveria ter esse aspecto preventivo.

Como podemos ver no trecho do livro de Provérbios, acima citado, a preocupação dos autores das Escrituras não era apenas a de condenar os pecados mas também a de preservar os leitores de cair neles.

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Jean Costa

Cristão, moro em Macau/RN, tenho 45 anos, cinco lindos filhos, Missionário Virtual, viciado em leitura e apaixonado por internet.

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