Comores não conhece a Cristo

País é considerado um dos mais difíceis para evangelismo e o Islamismo influencia inclusive a educação dos comorenses Nosso próximo país africano é formado por três das quatro ilhas vulcânicas do arquipélago de Comores – Nzwani, Mwali e Ngazidja, onde fica a capital, Moroni. O país está localizado no canal de Moçambique, entre o Continente Africano e Madagáscar. Dependente da ajuda financeira externa, a economia comorense é baseada no turismo e na agricultura – muito prejudicados pela instabilidade político-social provocada pelos movimentos separatistas em Nzwani e Mwali, pela divisão e independência entre as ilhas. Em outubro do ano passado, o Relatório sobre o Índice de Fome no Mundo, do Instituto Internacional de Investigação sobre a Alimentação (IFPRI) e três ONGs, divulgou que o Comores está entre os seis países onde a fome piorou entre 1990 e 2011. Um ano antes, em 2010, a Campanha Global pela Educação divulgou uma pesquisa com a qual revelou que a crise financeira interrompeu os avanços na educação infantil nos países pobres. Segundo o relatório, o Comores está entre os quatro países cuja educação primária é precária. Com pouca instrução e conhecimento crítico, os comorenses são influenciados pelo Islamismo de maneira a terem suas orientações, conceitos e comportamentos baseados no alcorão. Segundo o site da missão Portas Abertas, existem centenas de mesquitas e quase toda a população educada do país teve que frequentar uma escola corânica – cuja didática é fundamentada no alcorão, em algum momento da vida. Sendo assim, 98,3% da população são muçulmanos, e o código penal proíbe severamente o proselitismo de outras religiões, somente o alcorão pode ser pregado. Um referendo constitucional de 2009 afirma que “o Islã é a religião oficial do Estado”. Os grupos cristãos que fazem trabalhos humanitários no país não podem pregar a Palavra. Ainda segundo a missão Portas Abertas, os líderes cristãos africanos dizem que Comores é o país mais difícil para evangelizar. “O evangelismo é terminantemente proibido e quem for pego evangelizando pode ser preso e multado. Os cristãos são discriminados em todos os setores da sociedade, mas não há restrições quanto

jeancosta

Cristão, moro em Macau/RN, tenho 40 anos, quatro lindos filhos, gerenciador em uma grande rede de supermercados, viciado em leitura e apaixonado por internet.

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