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Descubra os segredos de poupar

O consultor financeiro, Diogo Gonçalves, ensina dicas para guardar dinheiro e se manter protegido durante uma crise Já é típico do brasileiro dar um “jeitinho” quando as contas apertam, porém o ideal é fazer o que quase ninguém quer: poupar. O consultor financeiro, Diogo Gonçalves (conhecido no twitter como @Diogoesuagrana), ensina que a arte de juntar dinheiro deve iniciar na infância, quando ainda a primeira renda é a mesada. E para isso Diogo explica: a melhor porcentagem para economizar é a de 30% do salário ou em circunstâncias mais restritas 10%. Para ser ainda mais cauteloso, Diogo aconselha guardar 12 meses de salários. “Caso você fique sem sua remuneração mensal, poderá “sobreviver” durante os próximos 12 meses sem cair com seu padrão de vida”, explica. Ter dinheiro em “caixa” não é apenas seguro, mas possibilita vários benefícios. Uma das vantagens é que o consumidor adquire poder de barganha no momento da compra por meio dos descontos e na aquisição de alto valor, como carros e imóveis é possível realizar o pagamento da entrada. O ato de guardar dinheiro deve sempre ter um objetivo, ainda que o motivo seja segurança financeira, porque ao estipular alvo para a poupança, evitam-se gastos desnecessários com outras situações, é o que pondera Diogo. Para aqueles que vivem endividados e não consegue se manter no “verde”, o consultor sugere algumas dicas: $ Estabeleça uma meta. $

São as águas de março fechando o verão

O que as chuvas têm a ver com as finanças pessoais? Este texto foi especialmente escrito para pessoas que não possuem rendimento fixo, salário todo mês, principalmente vendedores, profissionais liberais. Os profissionais que possuem rendimento variável têm também o seu período chuvoso. Quando conseguem faturar mais, é hora de fazer um planejamento e encher os reservatórios (reserva financeira) para enfrentar, sem problemas, os meses de seca, quando o rendimento cai e as contas mensais continuam. No Brasil, o movimento econômico engrena mesmo é depois do Carnaval e da Semana Santa. Então, se você tem chance de faturar mais depois dessa época, planeje seus gastos pessoais e familiares para que você possa construir uma reserva financeira para enfrentar os meses críticos (cada área tem o seu). Não é por que você está faturando mais agora que pode gastar mais. Isso é muito comum para pessoas que não possuem planejamento financeiro. Gastar é muito bom, é um prazer, e todo vendedor deve saber muito bem disso. Porém, você não pode entrar no círculo vicioso dos gastos, ou como escreve Robert Kyosaki, a “Corrida dos Ratos”: quanto mais se tem, mais se quer gastar. Sempre existe algo novo em que gastar dinheiro e cada coisa tem um preço. Não crie “cabides” dizendo que “se eu ganhar mais vou guardar para constituir a reserva financeira”. Ou “eu ganho pouco e não tenho como fazer sobrar”, ou ainda “eu quero é aproveitar a minha vida agora”. Todas as pessoas têm condições de racionar os gastos para não criar mais

As mulheres e as finanças

Quero falar sobre a questão do relacionamento da mulher com as finanças pessoais. Boa parte das famílias brasileiras é gerenciada por mulheres – mesmo quando estas não são as principais provedoras do lar. Porém, na maioria das vezes estas mulheres não receberam orientação para realizar o gerenciamento e o planejamento das finanças pessoais. Em meu trabalho como consultor de finanças pessoais, sinto esta carência das mulheres, quando a questão é o controle das contas pessoais. Em minhas palestras e cursos, bem como nas consultorias individuais, a maior parte do público é composta por mulheres. Muitas comentam sobre as dificuldades com o dinheiro. Não estou falando de ganhar dinheiro, pois isso as mulheres já fazem muito bem. Pesquisas indicam aumento do número de mulheres inseridas no mercado de trabalho, estudando em universidades e empreendendo nos negócios. Elas estão em frentes de trabalho, antes exclusivas do sexo masculino. No entanto, quando a questão é gastar e administrar o dinheiro é que, para essas mulheres, surge a maior dificuldade. Elas estão sendo muito influenciadas pela pressão do consumismo. A moda, por exemplo, lança novidades a todo o momento, e qual mulher não quer andar na moda? Como gerenciar casa, filhos, trabalho ou negócio? Não sou contra as mulheres andarem na moda. O problema surge quando não há controle e planejamento das finanças pessoais, quando esse é o objetivo. Isso gera descontrole financeiro e, por consequência, problemas com pagamento de juros e inadimplência. Uma vendedora de uma empresa multinacional me contou que toda vez que brigava com o namorado ou chefe, ia ao shopping comprar uma roupa ou um sapato novo. Neste caso, ela estava utilizando-se do prazer de comprar e sentir-se bem com a roupa, para compensar a desavença no namoro ou no serviço. Isso é agir por impulso, o que acarretou a ela sérios problemas com cheque especial e cartão de crédito. Tanto que não pagou as multas de seu carro, e estava ficando sujeita

Preço de material escolar pode variar até 600% em BH

Para muitos o início do ano é sinônimo de dívidas. Pagamento de impostos, mensalidades, sem contar que é a hora de pagar as dívidas feitas durante as compras de final de ano.