líderes

Centenas de líderes são abençoados na Lagoinha

No domingo (5/2), foram abençoados 200 novos líderes de células. Os formandos participaram do Centro de Formação Cristã, CFC, durante o ano de 2011. A celebração foi realizada com muito júbilo no templo principal da igreja. A Lagoinha possui hoje aproximadamente 1300 células, sendo que cada grupo possui de 8 a 10 integrantes. São 13 mil pessoas reunindo nas casas. Dinamárcia enfatiza a importância do culto nos lares: “célula é uma das colunas da igreja, não tem como fazer pastoreio da Igreja que não seja dessa forma. É um método das pessoas crescerem, se reproduzirem espiritualmente e ganharem novas almas para Jesus”. A igreja conta com células mistas (homens e mulheres), homogêneas, para crianças, adolescentes, e as chamadas células “pares”, em que há separação do grupo feminino e masculino após o período de louvor. Liderar é uma oportunidade para cumprir o chamado de Jesus “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15), por isso se você ainda não fez o curso, se inscreva! Jesus quer te usar nesta obra. Mais informações: Ligue para a Casa de Células: Casa de Células (Geral) / Consolidação: (31) 3429-1350. Cadastro: (31) 3429-1357 / 1359 Células Infantis:

Namoro de adolescente não presta!

Dinâmica: Divida a Célula em dois grupos (um de defesa e outro de oposição ao namoro na adolescência) e faça debates. O objetivo é fazer com que os adolescentes entendam os motivos de não namorar nesta fase da vida, e ainda o que é bom para a caminhada cristã. Não pretende-se com isso mostrar algo como apenas uma regra da Rede de Adolescentes, mas os ensinamentos do Senhor a respeito desse assunto. É importante que o líder saiba explicar bem esse aparente impedimento, a fim de que os adolescentes não saiam com mais dúvidas. O líder também precisa ser o mediador do debate, levando os adolescentes a discutirem o assunto de forma saudável. Introdução: V i vemos num mundo em que os adolescentes “ficam”, namoram e não estão “nem aí”. Muitos ou quase todos não respeitam a opinião dos pais. Bem, já que quase todos adolescentes são assim, começam a surgir várias perguntas e questionamentos. Por que não namorar? É pecado namorar na adolescência? Por que não posso namorar a pessoa que eu amo? Algumas igrejas não falam nada contra namoro na adolescência, e aí? Por que não pode já que tenho a bênção dos pais e em praticamente todo o mundo os adolescentes namoram? Desenvolvimento: Diante de tantas perguntas e questionamentos, precisamos entender algumas coisas importantes sobre o namoro. Vejamos: O que é o namoro? O namoro é uma instituição de relacionamento interpessoal não moderna, que tem como função a experimentação sentimental entre duas pessoas pela troca de conhecimentos e uma vivência com um grau de comprometimento inferior ao do matrimônio. A maioria utiliza o namoro como pré-condição para o estabelecimento de um noivado ou casamento. (Fonte: wikipedia.org) O que a Bíblia fala sobre o namoro? A Bíblia não fala nada sobre o namoro. Principalmente, porque o namoro é um costume ocidental. O que se tem de informação sobre namoro está na tradição hebraica. Segundo ela, se não fosse possível que seus pais escolhessem o cônjuge de seu filho, o que era preferencial, e fosse necessário que ele mesmo fizesse a escolha, a ele só seria lícito comprometer-se em noivado com a moça, ou seja, prometer-se a ela por meio dos pais da moça. A conversa não podia ser direta com a “pretendida”, mas sim com os pais dela. Nesse compromisso, qualquer envolvimento sexual ou afetivo com outra mulher, que não a noiva, já implicava em traição. Mas também não era permitido qualquer contato sexual em nenhuma intensidade com a noiva. Em alguns casos nem sequer o desenvolvimento de uma amizade, pois até esta deveria acontecer apenas no casamento. (Fonte: wikipedia.org) Como era o namoro? Antigamente não existia o namoro e sim a “corte”. O rapaz cortejava a moça. Isso era feito da seguinte forma: era estipulado um horário para o rapaz visitar a moça. Essa visita acontecia numa sala de visitas bem iluminada e o casal permanecia a 50 centímetros de distância no sofá, a mãe da jovem ficava vigilante na sala, fazendo “tricô”. Quando davam nove horas, a mãe começava a tossir impacientemente para que o pretendente percebesse que era hora de ir embora. O namoro mais moderno, no qual os casais saiam sem a companhia de uma terceira pessoa, surgiu por volta da década de 20, nos centros urbanos. A partir daí ele foi se tornando mais liberal até chegar aos dias atuais, quando foi substituído pelo “ficar” (um encontro casual em que duas pessoas trocam certas intimidades durante determinado momento e depois não se veem mais). Fonte: www.brasilescola.com Por que não na adolescência? O primeiro argumento que quero destacar é que a adolescência é caracterizada pela instabilidade – altos e baixos, amores e ódio, admiração e desprezo –, e também pela mudança no conhecimento do corpo – os hormônios estão