santidade

“Sexo, só depois do casamento”

Com mais de 100 mil seguidores no Twitter e meio milhão de pessoas no Facebook, o movimento “Eu Escolhi Esperar” tem atraído atenção de jovens em várias partes do País. Um dos responsáveis pela criação da campanha, o pastor Nelson Junior, concede uma entrevista exclusiva para o portal Lagoinha.com a respeito desse ideal que tem tomado a cabeça de jovens por todos os lugares. E você não pode deixar de conferir essa mega entrevista. Lagoinha.com: Como surgiu a ideia de criar o movimento “Eu Escolhi Esperar”? Nelson: Existem milhares de pessoas que escolhem esperar o casamento para viverem suas experiências sexuais. Pessoas que estão solteiras, mas escolheram aguardar pelo casamento e só então viver suas experiências sexuais com seu futuro cônjuge. Porém em dias tão “modernos” essas pessoas sofrem preconceito, são alvos de deboche e constrangimento por suas opções. Precisamos levar em consideração a pressão que sofremos nessa área. Essas lutas tornam-se maiores quando no tempo de solteiro. Por isso pensamos: “existem tantas campanhas e movimentos pela vida e saúde, por que não uma campanha para fortalecer essa turma?” Foi aí que começamos essa mobilização. Lagoinha.com: Quais são os fundamentos bíblicos que o “Eu Escolhi Esperar” se baseia? Nelson: Nosso texto base é 1ª Tess. 4.3-4 em que descortinamos o plano de Deus para nossa vida sexual e emocional. Lagoinha.com: Qual é o propósito do movimento? Nelson: Primeiro: fortalecer aqueles que já fizeram essa escolha para a vida: sexo, só no casamento. Segundo: ajudar jovens que já tiveram experiências sexuais a lidar com a sexualidade e mostrar que eles também podem se guardar para casamento, mesmo não sendo mais virgens. Terceiro auxiliar os pais. Parece brincadeira, mas infelizmente os pais até hoje, numa sociedade tão moderna e com tanta facilidade de informação disponível, não sabem instruir seus filhos a viverem uma vida sexualmente sadia, responsável e satisfatória. Quarto: levantar uma discussão social. Vivemos dias em que a sociedade está perdida. A sociedade brasileira não sabe como resolver os seus problemas sociais. Por quê? Porque a sociedade perdeu os valores. Abandou os preceitos divinos e também os princípios da família e do casamento. Hoje tudo está banalizado e essa banalização está destruindo as famílias brasileiras. Lagoinha.com: Você acredita que de fato as pessoas que aderem ao movimento deixem de lado a promiscuidade? Nelson: Seria ingenuidade minha acreditar nisso. Mas penso que a grande maioria tem o desejo de romperem com o sistema promíscuo. É muito difícil ser puro num mundo pornô. Eu sei o que é isso. Eu escolhi esperar quando tinha apenas 11 anos de idade. Não tinha tido nenhuma experiência sexual e nem emocional. Enfrentei as lutas que todo adolescente enfrenta. Depois entrei na juventude e ainda estava solteiro, sei bem como é essa dificuldade, eu vivi isso. E digo mais, essa luta não é somente de solteiros, muitos casados têm sérios problemas e lutas nessa área. Lagoinha.com: Quantas pessoas já aderiram ao projeto? Nelson: Em abril do ano passado iniciamos uma campanha nas redes sociais afim de alcançar, conscientizar, apoiar jovens e adolescentes em como lidar com sua sexualidade. Para nossa surpresa a campanha se espalhou pela internet. E os que achávamos que era a opção de uma minoria, perceberam que era uma escolha de milhões. Com poucos meses na internet a mobilização alcançou grande adesão pelo Brasil. São mais de 100 mil seguidores no Twitter, meio milhão de pessoas no Facebook e dezessete mil no orkut. O site da mobilização recebe milhares e milhares de visitas por dia, mais de 200 mil acessos por mês. Esses são os números virtuais. Lagoinha.com: O que motivou a criação? Nelson: A carência do assunto. Sexo virou tabu, principalmente dentro da Igreja. Além da ausência de ensino sobre o tema, existe também sofismas (conceitos errados) sobre o plano de Deus para nossa vida nessa área. A campanha vai além de sexualidade. Tratamos também sobre a importância de se viver uma vida emocional dentro dos planos de Deus. Trabalhamos em duas plataformas: pureza sexual e uma vida emocionalmente saudável, dentro do plano de Deus. Nossa proposta é influenciar e mudar a cultura e comportamento dos cristãos em se relacionarem, afim de que seja possamos ver uma geração santa e saudável. Lagoinha.com: Quais são os projetos para expandir o ideal? Nelson: A nossa grande ferramenta de divulgação para ampliar nossas fronteiras e espalhar a campanha pelo Brasil é a internet. Pesquisas recentes revelam que 80% dos jovens e adolescentes no Brasil, fazem uso da internet e estão participando de alguma Rede Social. Utilizamos as redes sociais para alcançar este público e tem sido surpreendente. Temos jovens do Brasil inteiro, de todos os estados do País. Oferecemos seminários, treinamento e palestras. Acontecem durante um dia inteiro e tem reunido centenas e centenas de jovens. Todos nossos seminários estão lotados. Isso para mim não é um sucesso do nosso trabalho, pelo contrário isso expõe a necessidade urgente de cuidarmos das famílias do Brasil com padrões que contribuem para isso. Não é com festa de Carnaval que construiremos casamentos melhores. É com princípios, e eles já foram estabelecidos por Deus, basta reconhecermos isso e assumirmos a prática diária. Lagoinha.com: Como você vê a atual geração de jovens? Nelson: Tenho visto uma geração sedenta por Deus, porém ainda escrava dos seus próprios sentimentos. Tenho visto uma geração que busca compromisso, santidade, vida com Deus, intimidade com Deus, uma geração cada vez mais forte em algumas áreas, porém ainda vejo a grande maioria destes jovens vítimas dos seus próprios corações. Uma galera ferida. Mais de 90% dos jovens cristãos já foram marcados de alguma forma por relacionamentos. Vida sentimental é a área que mais atinge um solteiro, é ainda a que mais faz sofrer e infelizmente é a que mais causa danos. Está na hora de reverter isso. Vida sentimental pode não ser o assunto mais importante na vida da igreja, porém digo categoricamente: é o mais urgente. Ainda dá tempo de salvarmos essa geração. :: Érica Fernandes erica.fernandes@redesuper.com.br

Milhares escolhem esperar em Deus

Jovens, adolescentes e adultos em todo país têm aderido ao projeto “Eu Escolhi Esperar” O movimento “Eu Escolhi Esperar” está dominando as redes sociais. Os adeptos já chegam a milhares. Jovens e adultos de todas as partes do país têm adotado a ideologia como princípio de vida. A ideia principal do projeto é a de “esperar no Senhor” pelo tempo certo, a pessoa certa e a forma certa para o relacionamento. O projeto não pertence a nenhuma denominação específica, mas é a união de um grupo de pastores de diferentes congregações do estado do Espírito Santo com intuito de propagar valores e ideais bíblicos, como a santidade. Em uma entrevista concedida a revista Galileu, o pastor Nelson Junior, um dos organizadores do movimento, afirma que a campanha existe para fortalecer jovens a desejarem uma vida emocional e sexual responsável. Informa ainda que o sexo não é imoral, mas foi criado por Deus e precisa ser restaurado. Houve no Brasil há aproximadamente dois anos um período de adesão

Jovens buscam santidade

Durante o mês de abril, Mocidade Lagoinha continua com estudos bíblicos que

Pequenas coisas?

“Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei” Estas poucas palavras muitas vezes são relacionadas diretamente a conquistas, em que a lógica estabelecida é de que se guardarmos nossos princípios e obediência, conservando o que nos é dado com o maior zelo possível, colheremos em um futuro (que esperamos que seja bem próximo) tudo aquilo que conservarmos; porém, em uma medida muito maior, recebendo domínio sobre o muito que nos estaria reservado. Entretanto, essa não é a única cosmovisão que podemos ter a partir da intelecção dos fatores, sentidos e elementos presentes neste ensinamento. Uma interpretação possível e muito mais enriquecedora do que o triunfalismo exacerbado contido nas afirmações baseadas no texto em voga, no sentido de que devemos conservar nossos princípios fundados em um Reino não terreno, tais como justiça, igualdade, bondade, generosidade, dentre outros, tendo fidelidade a estes, combatendo o bom combate, não contra pessoas que maculam, mas sim contra todas as pequenas mentiras e rascunhos de conceitos deturpados, trazidos por elas, fazendo de todo ensinamento errôneo anátema, ou seja, sensorialmente sem sentido. Por consequência da observância deste mandamento, temos a autoridade que nos é dada sobre todas as grandes coisas, ou seja, os grandes problemas, conceitos, princípios e mentiras trazidas por este século que são capazes de corromper toda uma geração, que sendo grandes demais para conseguirmos controlar com nossas forças, nos remetem a buscar auxílio, a ajuda da autoridade verdadeira sobre as grandes coisas baseada na fidelidade para com as pequenas. É como se esses ensinamentos fossem um vírus ou uma bactéria, que pode adentrar em um organismo por meio de uma única célula, em um número muito pequeno a ponto de até mesmo nem ser notado. Contudo, se tal organismo em seu começo de vida não é exterminado e combatido, vai ganhando força em detrimento das energias do organismo hospedeiro, até se tornar tão grande a ponto de controlar e determinar as ações deste individuo, podendo levá-lo até mesmo a morte. Não é de hoje que nos deparamos com tantas mazelas e conceitos distorcidos neste século tão tenebroso, tais como a violência exacerbada, o vale tudo nas relações interpessoais, o exagero no consumo de bens e a grande crescente sensualidade com a desvalorização da mulher, tornando-a um verdadeiro objeto, não mais apenas de desejos lascivos, mas um objeto que representa um meio de alcançar a fama e tudo aquilo que nossa sociedade contemporânea hoje valoriza. Se você, caro leitor, pensa que falando do absurdo e impensado caso de polícia ocorrido em um grandioso “programa” (em todos os sentidos) de televisão esdrúxulo (que até que enfim está chegando ao fim de mais uma temporada), carregado de princípios e conceitos que seriam extirpados e condenados até mesmo em momentos históricos de grande libertinagem como os anos 70 e 80 ou com os movimentos Hippie e Anarquistas, você está completamente enganado. Venho lhes falar um pouco deste paradigma criado, da mulher objeto, da sensualidade exacerbada, da desvalorização dos relacionamentos, das mulheres de “shorts minúsculos”, das músicas que nos enchem de vergonha nos atacando com letras cada vez mais baixas e pornográficas, das dancinhas sensuais que hoje são até esporte, da cultura do vale tudo por dinheiro e fama, do casa e separa em menos de uma semana, dos escândalos e revelações de vidas alheias que adoramos acompanhar, a relativização do modelo familiar, a exaltação de figuras que contribuíram para a destruição de muitos lares ganhando biografias falaciosas, fantasiosas e filmes épicos; enfim, e mais especificamente e contextualmente ao nosso cenário atual, das mulheres que ESCOLHEM se colocar em uma posição abaixo de qualquer uma outra, sujeitando-se a absurdos e abusos unicamente pelos cinco segundos de fama, fazendo de tudo nessa mistura do caldeirão, de segunda a segunda, passando pelo domingão, fantasticamente travestidas de personagens maliciosos que aos poucos corrompemos princípios e que nós seguimos aplaudindo. Não digo que as únicas culpadas são essas mulheres, mas todos nós que vemos tudo, ouvimos tudo, participamos de tudo sem entender a real intenção e sentido para o qual tudo é feito. O grande mal está por detrás de toda atitude, de todo cenário ou figurino, o grande mal está na lógica do pensamento contemporâneo. É sabido que as atitudes dessas “mulheres” – se é que podemos assim definir, visto que seria um desrespeito a todas as outras verdadeiras MULHERES com M maiúsculo – não são corretas, mas mesmo assim nos dignificamos a chancelar essas ações, dando audiência, comprando revista, tornando moda o que usam, o que falam, o que fazem, até mesmo tomando as dores das pobres e indefesas quando algo é feito com elas em sua “inconsciência”. Reconheço que o fato acontecido nesta última edição deste circo de horrores não pode ser tolerado e concordo com todos os críticos de plantão, mesmo que seja em busca somente de audiência, contribuem alertando a muitos sobre acontecimentos como este, mas não posso me calar e deixar de levantar a seguinte questão: Por que só agora? Será que não bastava na mistura desse caldeirão em que não só no domingão, mas de segunda a sexta damos uma espiadinha, sempre achando que vale a pena ver de novo termos mulheres nuas ou quase nuas em praticamente todos os programas de televisão e ações publicitárias? Será que não bastava ouvirmos “músicas” com letras tão pejorativas, apelativas que incitam o abuso e a prática de maus costumes, incentivando as garotas a cada vez mais cedo se envolverem de modo catastrófico no mundo da sensualidade? Será que não bastava toda vez que ligarmos a televisão nos depararmos com seres em trajes cada vez mais indecentes, provocando e incitando a lascívia, sem ao menos ter o pudor de selecionar quando e onde? Será que não bastava vermos piadinhas de duplo sentido, músicas de duplo sentido, pessoas de duplo sentido diariamente? Será que não bastava vermos seres humanos servindo apenas de peça decorativa de cenários ou as mulheres frutas cada vez mais provocantes? Será que não bastava uma reunião de pessoas “confinadas” em uma casa onde o foco é se aproveitar da imagem de cada um sob o pretexto de dar uma espiadinha no comportamento e na intimidade, sendo que ao final da “competição” todos são convidados a participar desta feira de corpos bonitos e sarados que deturpam nossa visão sobre o que realmente importa, fomentando a relativização e fragilidade dos relacionamentos? Não foi o bastante, mas também o que nós fizemos? Demos combustível, força, incentivo, audiência, dinheiro, o que era necessário para que tudo isso acontecesse. É preciso parar! Parar agora mesmo! Não podemos deixar que nossa geração se perca dessa maneira, é necessário agirmos para mudar esses paradigmas pós-modernos. Contudo, tal tarefa é árdua visto que as pequenas coisas se tonaram tão grandes que somente um milagre pode reverter. Espero, confiantemente e acredito que isso é possível, mas primeiro precisamos, nós que ainda enxergamos, deixar de dar apenas uma espiadinha, mudar a direção e nos levantarmos firmemente para derrubarmos essas mentiras e estabelecer a VERDADE! ::Gabriel Horta Advogado, escritor, compositor e músico. licoespelocaminho.blogspot.com Twitter: @gabrielfhorta Colaborador do portal Lagoinha.com

E como foi o Carnaval?

Uma vez li em um jornal que nas dificuldades o nosso caráter não se molda, mas se revela. Se você é maledicente, no dia mal provavelmente reclamará da situação. Se você não tem domínio próprio, em situações adversas será agressivo com as pessoas próximas. Acredito que essa regra também possua certa similaridade com o feriado de carnaval. Geralmente aquele que tem aparência de cristão, mas ama o mundo, no Carnaval, se revela. O cara simplesmente desaparece dos cultos e adivinha onde ele surge? Na vigília é que não é. Não há nada demais em aproveitar o feriado com diversão. Cantar, dançar e viajar faz parte da vida cristã, mas os mandamentos de Deus continuam valendo. A Palavra do Senhor não se altera durante os cinco dias de feriado. Você continua sendo templo do Espírito Santo e roupa curta, decotes e transparências permanecem indecentes e sensuais aos olhos dos homens. Ficar com qualquer um, ainda é promiscuidade. E danças sensuais não fazem parte do comportamento de um filho de Deus. Você precisa compreender que a vida cristã não se resume a ir aos cultos e saber cantar algumas canções “evangélicas”. Vida com Deus é morrer para si mesmo e viver para Cristo. Os filhos de Deus não vão